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A DINASTIA DOS MESTRES DE ADEGAS

Diz-se que, por detrás de qualquer grande marca, está sempre um homem. No caso de LOUIS XIII, trata-se de uma dinastia, não de um homem. A fama de LOUIS XIII deriva da visão familiar que inspirou André Renaud, Presidente da Casa Rémy Martin de 1924 a 1965, e a de seu genro e sucessor André Hériard Dubreuil. O Mestre de Adega sempre foi escolhido pelo Presidente para manter a herança inalterada do LOUIS XIII. Encarregue de criar esta mistura sutil e elaborada, ele ou ela é um artista e visionário que passa seu "know-how" de geração em geração.

ANDRÉ RENAUD

Presidente de 1924 a 1965, Mestre de Adega de 1924 a 1960.

André Renaud foi a pessoa que colocou LOUIS XIII no caminho para se tornar uma lenda, com uma visão clarividente quanto às aguardentes envelhecidas que o futuro exigiria. Foi também ele quem definiu a própria missão do Mestre de Adega.

No início, André Renaud foi o seu próprio Mestre de Adega, estabelecendo as competências e os princípios que guiariam gerações de próximos Mestres de Adega. Quando, eventualmente, ele passou o seu cargo para outro, Renaud estabeleceu também a natureza especial da ligação de confiança entre o presidente e o Mestre de Adega.

ANDRÉ GIRAUD

A escolha de Renaud recaiu sobre André Giraud, um aprendiz de 20 anos na altura, quando o presidente detectou pela primeira vez seu potencial. Segundo reza a lenda, o presidente ordenou ao jovem que provasse uma amostra de aguardente que uma destilaria estava oferecendo para venda – num espírito de partilha, porque o jovem não tinha qualquer tipo de experiência em degustação.

Mas ele fez como lhe foi sugerido e afirmou que achava que a amostra estava manchada com gasolina. E, conforme se verificou mais tarde, ele tinha razão. Assim, o presidente abriu-lhe o caminho do aprendizado que, mais tarde, acabaria por fazer dele o próximo Mestre de Adega.Para todos os Mestres de Adega, existe sempre um período inicial de "aprendizado", trabalhando ao lado do antigo Mestre de Adega. André Giraud tinha 37 anos de idade quando ele foi oficialmente nomeado.

Durante esse tempo, Renaud ensinou-lhe o que considerava ser necessário para a posição de Mestre de Adega: conhecimento do produto, evidentemente, mas antes disso houve três anos de trabalho numa vinha – porque, antes de qualquer outra coisa, ele tinha de conhecer tudo o que havia para conhecer sobre o terreno.

GEORGES CLOT

Enquanto um Mestre de Adega, Giraud teve também seu sucessor trabalhando com ele durante muitos anos. Georges Clot se juntou a Rémy Martin em 1972. Sua experiência prévia num laboratório dera-lhe uma perspectiva única e inovadora que distinguiria sua contribuição como Mestre de Adega. Tal como o anterior Presidente André Renaud, Giraud nasceu numa tradição de instinto e tradição, em que toda a decisão crítica era uma questão de discernimento pessoal.

Agora o bastão da liderança passou para André Hériard Dubreuil, um presidente da era moderna. Gerações anteriores sabiam muito bem como distribuir uma fantástica aguardente. O novo presidente e seu novo Mestre de Adega desejavam também conhecer os motivos de tais distinções, em termos que apenas a especialização científica poderia fornecer.

A parceria estabelecida entre Giraud e Renaud esteve devotada ao alargamento do inventário e a um nível de sua organização. A especial contribuição de Clot, quando este foi promovido a Mestre de Adega em 1990, consistiu em introduzir a tecnologia de informação que abriu este inventário gigantesco e valioso à inspeção e ao controle.

PIERRETTE TRICHET

Mestre de Adega de 2003 a 2014.

Pierrette Trichet já havia trabalhado durante muitos anos com George Clot, quando este aposentou-se, em 2003. A Sra. Dominique Hériard Dubreuil, na ocasião Presidente da Maison Rémy Martin, reconheceu seu talento e nomeou-a para sucedê-lo.

Durante mais de uma década, Pierrette permaneceu fiel ao estilo que perdura ano após ano e impôs sua visão criativa à delicada missão de acompanhar e selecionar, entre milhares de eaux-de-vie, aquelas que constituiriam a assemblage dos conhaques Rémy Martin.

Devemos a ela o extraordinário Louis XIII "Rare Cask", um momento de estado de graça na carreira de um Mestre de Adega.

BAPTISTE LOISEAU

Mestre de Adega desde 2014.

Depois de 38 anos de casa, Pierrette Trichet decidiu que estava na hora de passar este precioso legado a Baptiste Loiseau, a quem transmitiu cuidadosamente sua expertise.

Ele encarna a nova geração incumbida de perpetuar o savoir-faire do Mestre de Adega e preservar a qualidade excepcional que construiu a reputação da Maison Rémy Martin.

Atualmente, Baptiste Loiseau trabalha com as antigas eaux-de-vie selecionadas e amadurecidas por seus predecessores no início do século passado.

Ele também seleciona as eaux-de-vie que entrarão na composição do LOUIS XIII daqui a um século. Todo o futuro da Maison Rémy Martin depende de sua arte e talento.